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segunda-feira, 24 de março de 2008

JOGOS DO PODER


Chegamos ao nosso 8º CINESURPRESA, e logo logo completaremos 1 ano e, com certeza, teremos surpresas nesse primeiro aniversário que, lógico, você não poderá perder. Portanto já anote e fique na espera: será no dia 10 de agosto de 2008. Bem, por enquanto vamos falar do nosso 8º encontro que foi pela primeira vez no Cine Roxy e depois fomos comer uma pizza, uma massa ou simplesmente tomar uma água, na Cantina Liliana que será nosso ponto de encontro sempre que estivermos no Cine Roxy. Para você que acompanha e participa sempre com a gente fique por dentro: agora o CINESURPRESA acontece uma edição (mês) em cada uma das seguintes salas de cinema:

• Cinemark: abril, julho, outubro
• Espaço Unibanco: maio, agosto, novembro
• Cine Roxy: junho, setembro, dezembro

Sempre as 18h em frente a estes locais, ok! Agora não tem mais como você falar que não sabe aonde estaremos. Desta vez o filme surpresa foi Jogos do Poder (a votação foi entre ele, 1000 anos AC e Rocky) e, neste encontro a maioria das pessoas eram novas, participavam pela primeira vez e muitos dos nossos participantes constantes não puderem estar com a gente como: Fabio Machado, Letícia e Eddie.

Mas antes de falar quem eram os participantes, gostaria de reforçar aqui a proposta do CINESURPRESA, faço isso porque desta vez, e pela primeira vez, uma pessoa falou que não queria que sua opinião fosse divulgada. Bem, a proposta dos nossos encontros está justamente na discussão, bate-papo, entre pessoas diferentes, com olhares distintos sobre um mesmo tema, filme, com o objetivo de trocar informações e mostrar, para todos que lêem nosso blog e gostam de cinema, que todo e qualquer gênero de filme está apto a ser visto e debatido. Todas as opiniões são sempre aceitas de bem vindas, independente do gosto pessoal de cada um dos participantes. Portanto assistir um filme sem deixar sua opinião, ou sem deixar divulgá-la, não faz parte do nosso objetivo. Por isso deixamos claro aqui que em todos nossos encontros a opinião e a divulgação dela é obrigatória para a participação no CINESURPRESA nem que seja um simples “Não gostei!” como até já aconteceu. Este é um espaço aberto de debate e de discussão de livre que permite todos os olhares e opiniões.

Esclarecimentos feitos os nossos participantes que viram o filme Jogos do Poder foram (em azul os novos): Caroline Desireé, Daniel Ravanelli, Daniel Trigo, Denival Oliveira, Eduardo Araújo, Eduardo Ricci, Guilherme Henrique, Isabella Schramm, Jéssica Indiara, Laura Pinheiro, Madeleine Alves, Márcia Okida, Mariana Benjamim, Osvaldo DaCosta, Ricardo Reis, Tássia Martins, Victor Martin, Viviana Ramos e Viviane Alves.

Dos 20 participantes 17 gostaram do filme, 2 não gostaram e 1 disse mais ou menos. Mas apenas 8 veriam o filme novamente. A média de nota dada foi de 7,2 o que coloca Jogos do Poder em 6º lugar no nosso Ranking Surpresa, ganhando apenas de Duro de Matar que ficou com média 7.

O filme em uma frase por cada um dos participantes:

Caroline: “Você pode gastar 1 bilhão de dólares com a guerra e não podem gastar 1 milhão para construir escolas”
Daniel Ravanelli: Política é poder
Daniel Trigo: “I want you” (Eu quero Você, por Tio Sam)
Denival: “Nós fizemos tudo certo, mas no final acabamos fazendo merda”
Eduardo Araújo: Jogos do Poder: resume todo o filme
Eduardo Ricci: O poder é regado a sexo
Guilherme: “Pode-se enganar muitos por pouco tempo, poucos por muito tempo, mas não pode-se enganar todos a todos tempo - Lincoln”
Isabella: Troca de favores
Jéssica: não respondeu esta pergunta
Laura: “No começo nós fizemos tudo certo, mas no fim, estragamos tudo.
Madeleine: Um bando de andorinhas só faz verão até quando lhes convêm
Mariana: Os americanos compram uma briga, mas só vão até onde é vantajoso para eles.
DaCosta: O Mestre Zen
Ricardo: A história nunca muda
Tássia: “No finalzinho sempre acaba em merda”
Victor: Não é o tipo de filme que me chama a atenção, pois não me entretive nem me fez ficar preso a ele.
Viviana: Tentamos fazer o melhor, mas no final sempre erramos um pouco
Viviane: pediu que não divulgássemos sua opinião.

A maioria das pessoas disse que o filme tem o clima da cor vermelha pelo poder, sangue, terrorismo ou amarela cor do ouro, riqueza, dinheiro etc. Também foram citadas as cores verde (pelo dólar), preto e cinza.
Gostaria de aproveitar aqui e deixar registrada a participação de Maria Benjamim que mesmo sendo acompanhante de umas das participantes, Mariana Benjamim, viu o filme e participou do nosso bate-papo dando suas opiniões sobre o filme. Obrigada, é disso que gostamos em nossos encontros.


Os pontos positivos do filme

Caroline: Fotografia, angulação, trilha sonora e atuações • Daniel Ravanelli: A inteligência emocional é fundamental nos jogos do poder • Daniel Trigo: A realidade mundial • As crianças mesmo dilaceradas pela guerra mantinham o ar de inocência e esperança • Denival:Eduardo Araújo: A esperança dos afegãos que mesmo em meio ao caos continuavam acreditando no fim da guerra • Eduardo Ricci: Julia Roberts • Guilherme: Trilha sonora, fotografia e atuação • Isabella: Conscientização sobre a situação que os afegãos estavam passando • Jéssica: A força de vontade do trio • Laura: A realidade da política americana e a fotografia • Madeleine: A atuação de Phillip Seymour Hoffman, a trilha sonora (mescla de ocidente com oriente) e a situação histórica • Mariana: O desejo do congressista em ajudar os afegãos • DaCosta: Não existe (no sentido de como o filme mostra a desgraça mundial, política e etc) • Ricardo: A infância comove o coração! • Tássia: Tom Hanks • Victor: A fotografia, a filmagem e as atuações • Viviana: O bom humor que aparece no filme descontraindo um tema tão sério

Já os negativos

Caroline: Enredo, roteiro, excesso de informação política o torna cansativo • Daniel Ravanelli: Não esclareceu o falo russo da história, seus motivos e objetivos • Daniel Trigo: A legenda • Denival: Fome e miséria • Eduardo Araújo: Um filme muito burocrático • Eduardo Ricci: Política americana • Guilherme: Dialógos e detalhes (muito detalhista) • Isabella: Um certo apelo sexual (muito exagerado! rs) • Jéssica: A realidade sobre a guerra, a fome • Laura: Muito diálogo • Madeleine: A rapidez com que algumas informações são transmitidas ao espectador • Mariana: O apelo sexual • DaCosta: A falta de humanidade • Ricardo: Excesso de diálogos — tem que entender de história — a guerra fria, Paquistão etc etc • Tássia: A guerra e o sofrimento alheio • Victor: A história e o desenrolar dela • Viviana: Ver o que muitos poderosos fazem contra os menos favorecidos, ou seja, uma guerra travada contra um povo que não tinha como se defender.

Jogos do Poder é um filme polêmico e como é baseado em um fato real, essa polêmica toda acaba mexendo demais com todos que assistem, pelo menos senti isso com quem conversei nesse encontro. E pensar que muita coisa foi deixada de lado e, mesmo assim, tentando encobrir detalhes, ele ainda choca alguns.

Gostei do filme, dei nota 8, é forte, impactante, mexe com nossos sentimentos, mas acima de tudo, me incomodou. Saí do filme com aquela sensação de que não fazemos tudo que podemos ou devemos, sensação de querer fazer mais, mas, sem saber como. Não sei se todos saem com a mesma emoção, troquei algumas idéias com o DaCosta e, pelo menos nós dois, compartilhávamos desta mesma sensação. Sobre frase sobre o filme que sempre pedimos para todos, a minha seria: o que não se faz em nome de Deus e da política... em nome da paz e da guerra e o pior o que só se faz quando o lucro é garantido mesmo que isso envolva morte, penúria, tristeza, mutilações, fome, miséria extrema etc.

Por que o homem, ou a maioria deles, principalmente aqueles que estão no poder, só se envolvem emocionalmente ao verem — com seus próprios olhos bem ao estilo São Tomé de ver para crer — crianças mutiladas, praticamente mortas, mas ainda com sorriso de criança. Uma cena no filme que me chocou bastante: os russos colocavam bombas escondidas em brinquedos de crianças para que, propositalmente, elas pegassem e, se mutilando, os pais seriam obrigados a ficar em casa cuidando delas e assim não iriam para guerra. Imaginar que isso possa passar, e passa, na cabeça de alguns é torturante. E esta cena, seqüência de fatos contados deste tipo, mexeu demais comigo, me emocionou bastante.

Diria que este filme, acima de tudo para mim, é um filme triste, e por ser real é amargamente mais triste ainda. E foram sobre temas assim os papos foram acontecendo no nosso encontro, a destruição causada pela guerra, os refugiados, os jogos de poder que são feitos pela politicagem para ajudar os refugiados afegãos, a politicagem em nome de Deus e tantas coisas mais. Mas ao meu ver o filme comete alguns erros como:
• os diálogos que são muitos, rápidos e longos, praticamente uma metralhadora de falas
• o excesso de informação política e histórica pode deixar a grande maioria das pessoas perdidas e por isso se torna cansativo e burocrático
• deviam ter mostrado mais como Charlie Wilson era na realidade — o que daria uma particularidade maior ao personagem e à sua luta. O filme mostra Charlie (Tom Hanks) como um bebebor inveterado e envolvido sempre com belas mulheres — o congressista só possui assistentes mulheres e as escolhe pela beleza e tamanho dos seios — mas fizeram isso de um modo leve. Charlie além de alcoólatra e usava cocaína. Seu problema com “problema” com drogas, bebida e mulheres era muito maior do que é mostrado no filme. Tudo bem quiseram encobrir um pouco, mas acredito que se tivessem mostrado claramente esse lado do congressista, isso teria dado mais particularidade e força ao personagem. Não entendam isso como um favorecimento as drogas, álcool etc. É somente uma colocação já que o filme pe baseado em fatos, pessoas reais e que inclusive você pode ver entrevistas delas no vídeo abaixo.



Mas mesmo assim, mostrando isso tudo de leve — não temos cenas de nudez, de sexo, extremas — o filme ainda choca alguns, alguns até de nosso grupo.

Desde nosso último encontro incluímos a seguinte pergunta aos participantes: Com que personagem você se indentificou?

Caroline: O jogador de xadrez, ajudante de Hoffman
Daniel Ravanelli: Com o jogador de xadrez, o estrategista
Denival: Com o Gust (Phillip Seymour Hoffman), quando acredita em alguma coisa vai até o final e enfrenta tudo e todos
Eduardo Ricci: com o agente da CIA (Phillip Seymour Hoffman)
Guilherme: Com o Gust, espião (Phillip Seymour Hoffman) pelo instinto e sensibilidade
Isabella: Com a secretaria do Tom Hanks, pelo profissionalismo durante o processo
Madeleine: Com o Gust (Phillip Seymour Hoffman) pela determinação, perseverança, sinceridade e prudência
Tássia: Charlie (Tom Hanks), pois é uma pessoa persistente, conseguindo as coisas que quer
Victor: Com a assistente que fazia com que o filme não fosse tão parado
Viviana: De certa forma com o Charlie (Tom Hanks), que ao presenciar uma realidade difícil se compadece e luta para mudar
DaCosta, Daniel Trigo, Eduardo Araújo, Jéssica, Laura, Mariana, Ricardo: Não se identificaram com nenhum personagem

Eu me identifiquei com dois personagens que aparecem uma única vez, mas que no momento da cena eram dois em um. Dois afegãos aparecem em um momento no filme onde, pela primeira vez, tem em suas mãos uma arma capaz de destruir os aviões russos e, nossa, como torci por eles para que acertassem o tal avião. Com certeza eu seria um daqueles dois afegãos ou os dois até. Algumas pessoas se chocaram por eu ter falado isso, mas naquele momento do filme eu já estava tão tomada de uma sensação de dor, de absurdo, de raiva etc que era só poderia querer algo assim. E olha que sou uma pessoa super da paz!!!



E por isso mesmo que não veria esse filme de novo. Incomodou-me demais.
Mas indico, recomendo inclusive se quiser leia uma ótima crítica sobre esse filme clicando aqui. Precisamos devemos conhecer essas histórias, sentir de perto e, se já conhecemos, devemos não esquecer, para tentar, ao nosso modo ajudar quem podemos e como podemos. Saí deste filme assim: com nojo dos Jogos de Poder que existem para que a paz seja alcançada e que, mesmo assim, no final descobrem que fizeram m.....!

É isso aí gente! Como sempre mandem palpites, opiniões e participem do nosso próximo encontro que será dia 13 de abril as 18h no Cinemark de Santos.

quarta-feira, 5 de março de 2008

8º CINESURPRESA - Cine Roxy - dia 9.03 - 18h

E quem diria já estamos no 8º encontro do CINESURPRESA, e cada vez com mais surpresas: sorteios e agora com um lugar ideal para a nossa conversa depois do filme que você saberá no dia lógico, é surpresa. E nossa 8ª edição será em um outro cinema da cidade, desta vez estaremos no Cine Roxy, no Gonzaga, as 18h em ponto para escolher por votação com quem estiver lá neste horário o filme e sessão que iremos ver, então cheguem na hora ok!
Não percam mais um encontro desta turma: dia 9 de março - 18h - Cine Roxy, Gonzaga, Santos. Te vejo por lá.
Ah! e não se esqueçam de reservarem um lugar no nosso já famoso jantar CURTA NA MESA, veja abaixo e leia mais no blog da Associação Cultural Vontade de Ver.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Cara ou Coroa? Faça a sua escolha, amigo...



Neste 7° CINESURPRESA, tivemos mais gente nova, a volta de velhos participantes fundadores e uma boa discussão, mesmo tendo sido feita com papéis que iam e vinham de cada lado da mesa. O filme escolhido, ou melhor, o mais votado entre os que passavam entre 18h e 19h foi Onde os Fracos Não Tem Vez, um dos grandes indicados ao Oscar deste ano. Concorriam com ele Desejo e Reparação e O Caçador de Pipas.
Tivemos novidades: 4 sorteios que, lógico, não foi dizer o que foi sorteado, afinal o encontro é baseado nas surpresas e já temos mais sorteios programados para o próximo que será dia 9 de março, desta vez no Roxy, e prometemos a todos que já estamos vendo um local mais tranquilo para os nossos papos finais. Então não percam!

Bem, vamos a nossa turma surpresa de fevereiro e em ordem alfabética para não ter briga :)) e em azul os participantes que se juntaram a nós pela primeira vez:
Amilcar Barreto • Cibele Oliveira • Cláudia Busto • Daniel Ravanelli • Deborah Okida • Eddie Santana • Eduardo Ricci • Fabio Machado • Gustavo Klein • Letícia Cheneme • Madeleine Alves • Marcelo Correa • Márcia Okida • Mariana Borges • Nara Assunção • Priscila Rodrigues • Ricardo Reis • Viviane Pereira • Wania Teles

Dos 19 participantes da noite 16 gostaram do filme, mas apenas 10 veriam o filme novamente, 1 pessoa disse que gostou mais ou menos e 2 não gostaram.
A média das notas dadas para o filme foi de 7,5 o que deixa Onde os Fracos não Tem Vez em 5º lugar no nosso Ranking Surpresa (veja ao lado) e já deixo o início de minha opinião aqui: acho uma injustiça, foi um dos melhores filmes que vimos até agora, senão o melhor.
Tivemos algumas perguntas novas em nossa enquete sobre o filme:


Com que personagem você se identificou e por que?

Amilcar Barreto: Anton Chigurh (Javier Barden). Ele não muda durante o filme
Cibele Oliveira: Loretta Bell (Tess Harper) a mulher do xerife, porque em apenas duas cenas mostrou ser uma mulher de personalidade forte
Cláudia Busto: A gordinha que não faz idéia de quem estava na sua frente. Nuca me imaginaria vivendo nesse mundo
Daniel Ravanelli: Carson Wells (Hoody Harrelson) o contratado para apaziguar pela ponderância
Eddie Santana: Llewelyn Moss (Josh Brolin), o marido, pela maneira como ele agiu
Eduardo Ricci: Anton Chigurh (Javier Barden)... faltou o motivo Eduardo!!!
Gustavo Klein: Shefiff Bell (Tomy Lee Jones) o xerife semi-aposentado, pela perplexidade diante do inevitável
Letícia Cheneme: Carla Jean Moss (Kelly Macdonald), a esposa, pois mostrou coragem na hora em que mais precisava
Madeleine Alves: Com o cahorro que nada no rio obstinadamente atras de seu alvo
Mariana Borges: Deputy Wendell (Garret Dillahunt) o 2º detetive, por ser empolgado curioso
Priscila Rodrigues: Shefiff Bell (Tomy Lee Jones) pela sua determinação
Ricardo Reis: Anton Chigurh (Javier Barden) pelo olhar penetrante
Wania Teles: Llewelyn Moss (Josh Brolin) por não desistir até o fim
Deborah Okida, Fabio Machado, Marcelo Correa, Nara Assunção Viviane Pereira: com ninguém

A segunda pergunta nova foi uma preparação para o festival de cinema Cineme-se 2008 que tem como temas este ano as cores no cinema, então a pergunta foi: Que cor você daria a este filme e por que?

A cor mais citada foi Vermelho escolhida por 9 pessoas e o motivo que praticamente todos deram foi pela violência, ganância, poder pela tensão que existe durante todo o filme.
4 pessoas falaram de cores com tons terrosos por uma associação material com deserto, faroeste e o clima agreste.
Também foram citadas o amarelo (2 pessoas - riqueza e clima quente calor e o verde (2 pessoas - pelo relação com dólares) e uma pessoa citou a cor cinza e outra o preto.

• Sobre as melhores coisas do filme as opiniões foram:

A ótima interpretação dos atores (Wania, Gustavo) • Roteiro (Eduardo, Priscila, Cibele) • Fotografia (Eduardo, Priscila, Claudia, Nara, Madeleine) • o personagem do Tomy Lee Jones (Letícia, Fabio) • algumas interpretações (Viviane) • cenas impactantes (Marcelo) • a atuação de Javier Barden (Eddie, Cibele, Fabio) • a ação (Mariana) • a cena da primeira morte no filme, não vou contar qual é que estraga (Priscila) • o psicopata (Deborah) • a frieza (Daniel) • o resultado da relação entre o homem e o gado nem sempre é o esperado (Amílcar) • sonoplastia e cenas de tensão (Madeleine) • tontura-labirinto (Ricardo)


• Já as piores:

o filme é parado e um pouco cansativo (Wania) • não tem nada de ruim (Gustavo) • a ganância (Eduardo, Cibele) • o filme nos faz pensar em vários campos de visão, não vejo algo pior (Letícia) • o roteiro (Viviane) • o final sem desfecho (Marcelo, Priscila, Deborah, Daniel, Madeleine) • o não confronto entre o psicopata e o marido (Eddie) • a paranónia que se cria em torno do louco (Mariana) • poder e dinheiro (Cibele) • a história (Cláudia, Nara) • pensar dói (Amílcar) • sangue (Ricardo) • o ritmo lento (Fabio)

• O filme em uma frase:

“Metáfora” • Amílcar Barreto “O ego torna-se uma barganha, afinal tudo se move por meio de seu ego” • Cibele Oliveira “Morte aos humanos e vida aos animais” • Cláudia Busto “Inesperado” • Daniel Ravanelli “A ganância cega as pessoas” • Deborah Okida “Tenso” • Eddie Santana “O sujeito é produto do meio” • Eduardo Ricci “Faroeste pós-moderno” • Fabio Machado “Um filme as antigas onde o silêncio explica muito” • Gustavo Klein “Um dos filmes mais inteligente que eu já vi” • Letícia Cheneme “Se as suas regras te trouxeram até aqui, por que seguir as regras?” • Madeleine Alves fala de Anton Chigurh (Javier Barden) “Ótima fotografia” • Nara Assunção “Nem sempre o final é como a gente espera” • Priscila Rodrigues “Money - money - changes everthing” • Ricardo Reis “Um bom roteiro salva o filme, um mal roteiro acaba com ele” • Viviane Pereira “Um filme que mostra que os “fracos” as vezes saõ so mocinhos” • Wania Teles

E agora o meu olhar sobre o filme:

“Call it friend-o” • Anton Chigurh (Javier Barden)

— Faça a sua escolha amigo. Cara ou coroa?
— Eu não apostei nada.
— Apostou sim. Está apostando a vida inteira. Você apenas não sabia.

Desde o início o filme já diz a que veio.
Cenas de homens caçando, matando animais e outros homens. Em um deste momentos, em uma panorâmica linda uma imensa sombra negra cobre vagarosamente a paisagem seca e árida do Texas. Pronto, com poucos minutos o filme já mostra o que se deve esperar em relação a ritmo, tema, roteiro e uma fotografia belíssima. Infelizmente é uma pena que poucas pessoas se dão conta disso, da proposta de linguagem e de roteiro do filme. Onde os Fracos não tem Vez, tem sofrido críticas ruins de espectadores e ótimas de especilistas que elogiam o roteiro, diálogos, fotografia etc. Mas cada um tem seu gosto, e como se diz, gosto não se discute certo!
Por isso o CINESURPRESA é sempre aberto e expõe a opinião de quem gosta e quem não gosta e esta é a minha:

“Onde os fracos não tem vez” é um grande filme, principalmente por não ser de fácil disgestão, é difícil, possui um ritmo lento para um filme de velho oeste, tem um fotografia perfeita e sonoplastia que poderia ser considerada como um personagem a parte. É um filme de personagens bem trabalhos, isso quer dizer que não possuem personildades fáceis, o contrário, e é um filme de grande e ótimos diáologos.


Críticas sobre o final do filme então, existem de monte. Acredito que isto aconteça porque as pessoas gostam e estão acostumadas com finais amarrados ou de impacto.
Mas a proposta de final do filme também está embutida durante toda a história. Em certo momento um dos personagens fala “Você sabe como tudo isso vai acabar” e em outro momento “Os crimes de hoje são difíceis de compreender”. O final acontece depois que todos tem seus destinos arrumados, tudo que tinha acontecer com cada personagem acontece, então porque e para que fazer, criar, mostrar mais?

“No meu sonho, eu sabia que ele estava indo na frente e que ele prepararia uma fogueira lá fora, na escuridão e no frio, e eu sabia que quando eu chegasse, ele estaria lá. E então eu acordei.”

Portanto, acho que é um final de impacto sim, fora do convencional, é feito para que você pense e não saia do cinema com tudo resolvido. Sem falar que é uma adaptação perfeita do romance de Cormac McCarthy onde o final é exatamente igual, assim como todo o filme possui uma adaptação correta de cenas e história.
Vale aqui falar do nome o nome original é “No country for Olf Men” que na tradução correta, não literal, do que este título significa é “Sem nação para os Velhos” e com este título fica mais fácil de entender a narração em off do início e o final do filme.

Ele começa o filme falando que gosta de ouvir histórias sobre o velho oeste, fala que vem de uma gerção de homens da lei, de xerifes, onde antigamente eles nem precisavam usar armas, antigamente tudo era diferente, nao havia tanta violencia, crueldade. Diz que nos dias hoje isso seria impossível e quem continuar vivendo e agindo como naqueles tempos não têm as mesmas possibilidades de sobrevivência, ou seja “Sem nação para os Velhos”. E termina contando uma história de uma assassinato horrível de antigamente e que estamos prestes a conhecer um caso de grande crueldade.


Que vamos ouvir e ver uma história, ou lenda, sobre o velho oeste e de um assassino perigoso fica claro com esse início de filme, não apenas pelas cenasjá descritas mas por essa locução em off do Shefiff Bell (Tomy Lee Jones).
Uma história de velho oeste e onde podemos aplicar uma frase histórica de filmes deste gênero “quando a lenda é mais interessante que um fato, publica-se a lenda” (O Homem que Matou Liberty Valance” de John Ford - um clássico do faroeste). E Anton Chigurh (Javier Barden) virou lenda com este final destes e não um caso na história.
Poderia ficar horas aqui falando e citando dialógos frases deste filme mas algumas realmente nos mostram como o roteiro e tudo mais no filme é perfeito:

— A idade simplifica o homem (Shefiff Bell - Tomy Lee Jones)
O filme tem esta simplicidade em tudo.

ou ainda o diálogo entre Carson Wells (Hoody Harrelson) e Anton Chigurh (Javier Barden)

— Você tem idéia do quanto é louco? (Carson)
— Você se refere à natureza desta conversa? (Anton)
— Eu me refiro à natureza de sua pessoa. (Carson)

Onde os Fracos não tem Vez é um filme que mostra claramente a natureza de cada um dos personagens, principalmente a de Anton, o que fica claro na primeira cena de assassinato. Seus olhar diz tudo. Fora isso tem diálogos engraçados, muitta tensão e realmente mexe com nossos instintos, incomoda.

Para não dizer que depois de tudo isso não respodi a perguntas que faço a todos, aí vai:
• me indentifiquei com o Shefiff Bell - Tomy Lee Jones pela manerira simples e direta de lidar com as coisas
• achei o final perfeito faz a gente pensar
• a sonoplastia do filme é genial, o silêncio do filme é genial sem essa sonoplastia muito bem colocada teríamos perdido muito das sensações de horror, tensão e incômodo do filme.

Bem eu indico e espero que logo mais a noite, na premiação do Oscar que é daqui a pouco ele ganhe muitos prêmios. Por isso até coloco este post antes para que ninguém fale que fui influenciada.

E como sempre mande opiniões, concondando, discordando etc etc.
Nosso próximo CINESURPRESA será dia 9 de março no Cine Roxy, na Av. Ana Costa - Gonzaga as 18h.



Tivemos ainda duas rodadas de perguntas, uma sobre a Sonoplastia do filme e a outra sobre o Final, ai vai para vocês:

O que você achou da Trilha Sonora, Sonoplastia do filme?

Amilcar: Os ruídos e o silêncio indicam ação que em muitos momentos é diluída nos ângulos e ecolhas de câmera
Cibele: As cenas do filme foram mais emocionantes com uma trilha sonora pouco atuante
Cláudia: Na verdade não reparei, porém aprendi sobre isso na discussão de hoje
Daniel: Devia estar a contento, pois não formei opinião negativa a respeito.
Deborah: sinceramente, não lembro, talvez pelo filme ser enfadonho.
Eddie: Legal
Eduardo: Trilha muito boa, consegue ser essencial sem aparecer demais.
Fabio: O filme é marcado pela ausência de trilha, momentos de silêncio que contribuem e muito para a tensão das cenas
Letícia: Depois da explicação do Eduardo Ricci... a trilha sonora foi muito boa!
Madeleine: A ausência de trilha sonora e o destaque para a sonoplastia tornam o filme peculiar e mais intenso
Marcelo e Viviane: Não lembram
Mariana: Não percebi nada de inovador
Nara: A trilha sonora aparece nos momentos certos, contando um pouco do silêncio que domina o filme.
Priscila: As cenas do filme eram tão “atraentes” que eu não me foquei na trilha sonora
Ricardo: O silêncio angustiante nos transporta para o abismo

Qual a sua opinião sobre o final do filme?

Amilcar: Estimula o diálogo entre personagem e público
Cibele: Surpreendente e inesperado o desfecho foi inteligente e simples
Cláudia: Surpreendente, inteligente e muito verdadeiro real
Daniel: Uma nova proposta que contraria a expectativa do público e mostra como realmente é o ser humano.
Deborah: Sem desfecho. Tentou passar uma “lição de vida” mas não foi feliz no propósito
Eddie: Acho que faltou um confronto entre o assassino e o marido
Eduardo: O filme mostra que o indivíduo é produto do meio. Muito bom!
Fabio: A princípio, fiquei intrigado, mas de certa forma, o final é condizente com os elementos do filme. Gostei.
Letícia: Show de bola. o Tomy Lee encerrou o filme profetizando o final de sua vida.
Madeleine: Somente depois de conversar com a Márcia entendi que ele era essencial ao filme
Marcelo: Não gostei, sem desfecho. Faltou finalização.
Mariana: Não da para saber como ele iria acabar, bom, não tenho uma resposta gostaria de ver o final do filme novamente.
Nara: Tinha uma expectativa melhor do final
Priscila: Não gostei, poderia ter dado outro desfecho. Faltou um final que correspondesse com as boas coisas do filme
Ricardo: O psicopata seguiu seu rumo, foi o único que... Um final perfeito, reflita o expectador
Viviane: Não gostei. Embora bom, mas o roteiro se perdeu do meio para o fim

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Desta vez é no Unibanco...

o nosso 7º CINESURPRESA, então gente quem ainda não foi desta vez vai perder mais, teremos alguns sorteios depois do filme para quem estiver em nosso papo surpresa... O que é? Não falo não, já que é CINESURPRESA os sorteios tem que ser também. Bem gente quem quiser aparecer, desta vez será neste domingo dia 10 de fevereiro no Espaço Unibanco de Cinema, no Shopping Miramar - Gonzaga, as 18h em ponto OK! Espero todos por lá!

e no dia 8 de março de 2008 vem aí:

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

meu nome não é johnny

Neste nosso 6º encontro do CINESURPRESA, dia 13 de janeiro de 2008, tivemos mais gente nova: Caio França, Jessica Gandara, Julio Margonari, Mateus Bueno e Viviane Pereira que se juntaram a turma que já participou outras vezes: Alexandre Barbosa - “Bar”, Danielle Escrivão, Deborah Okida, Eduardo Ricci, Fabio Machado, Madeleine Alves, Priscila Rodrigues, Ricardo Reis, Wellington Carbone e eu Márcia Okida. Mais uma vez sentimos falta de Eddie e Letícia que não puderam comparecer e que praticamente já tem cadeira cativa no CINESURPRESA.

Todos gostaram do filme e das 15 pessoas que estavam nesta nossa 6ª edição, somente 3 não veriam novamente: Bar, Ricardo e eu!
A média de nota dada para “Meu Nome não é Johnny” foi 8,6 o que deixa este filme no 3º lugar de nosso Ranking Surpresa.

O papo que rolou depois do filme entre pizzas, refrigerantes e cervejas abordou vários temas que o filme traz para discussão entre eles:

• o fato dele ter sido criado sem limites, isso fica bem claro no filme, facilitou para que se tornasse um jovem despreparado e que vivesse sem regras, sem entendimento correto do que seria certo ou errado. Será? Tenho minhas dúvidas e muitas. Sempre acho que colhemos aquilo que plantamos em nossas vidas. Um detalhe: no cartaz do filme (que acho ótimo diga-se de passagem) está escrita a frase: “Ele tinha tudo, menos limite.”

• rolou um debate sobre o fato dele ter ou não agido de forma criminosa, ou melhor, com essa consciência. Na minha opinião, um homem na idade dele não compra, usa e revende drogas achando que está vendendo balas... ele agiu sim de maneira criminosa e pouco importa se foi criado sem limites ou não.


• outra questão que esquentou os ânimos foi a possibilidade dele não ter sido levado diretamente e só para a prisão, por ser branco. Alguns colocaram que se ele fosse negro, talvez, não tivesse sido mandado para um manicômio e por tão pouco tempo. Uns concordam outros discordam. Eu concordo, infelizmente existe preconceito e penso que se ele fosse negro o “seu fim” seria outro. Mas e você o que acha?

• falamos sobre o choque de realidades: o antes e depois da prisão/manicômio e de como todo o nosso sistema ainda é falido.

Esses debates fizeram com que duas enquetes fossem criadas na hora.

Quem concordava que ele deveria ter sido mandado para manicômio e quem achava que ele deveria ter ido para a prisão?
Das 15 pessoas, 2 não concordam com o fato dele ter ido para o manicômio e por tão pouco tempo. Os outros concordam e acham que somente deste modo ele teve chance de se recuperar.

A outra enquete surgida na hora foi: Você torceu por ele?
12 pessoas torceram por ele e 3 não.


E o que mais cada um do grupo pode dizer deste filme?

Qual foi a pior coisa no filme?

Bar: o incentivo ao erro • Caio: viver perigosamente • Deborah: a realidade dos sistemas carcerários • Eduardo: cocaína • Fabio: a glamourização da droga e tratar o personagem como coitadinho da metade para o fim do filme • Jessica: o sofrimento causado pelas suas atitudes • Mateus: a realidade • Priscila: deveria haver uma melhor exploração sobre o nome do filme Johnny • Ricardo: o pó branco • Viviane: a angústia que dá ver o submundo das drogas • Wellington: a infeliz mania maniqueísta dos roteiristas brasileiros se exacerbar em um marketing desnecessário.
• Danielle, Julio e Madeleine: não comentaram

Eu acho que, por mais que exista uma campanha em volta deste filme que fale contra as drogas, percebi e senti nesse filme o contrário. O mundo das drogas mostrado no filme acaba mal sim, mas é um mundo que muitos jovens buscam hoje em dia: grandes badalações, popularidade, carros, mulheres (ou homens) e tudo isso acontece muito fácil neste filme. Acho que ele mais promove as drogas do que o contrário. Estou com o Bar: ele incetiva o erro. Quanto ao roteiro, no início é um pouco arrastado, momentos repetidos demais, iguais, desnecessários até. Chega a cansar um pouco.

E qual a melhor coisa deste filme?

Bar: a produção e a fotografia • Caio: a mensagem de que o crime não compensa • Danielle: retrato da corrupção policial • Deborah: Selton Mello • Eduardo: a “Sofia” • Fabio: atuação do Selton Mello, o uso do humor em situações inesperadas e o bom uso da trilha sonora • Jessica: ele era o centro das atenções • Julio: a história dele • Madeleine: a trilha sonora que tem tudo a ver com a vida do personagem e a introdução de sacadas de videoclipe como soluções visuais da narrativa • Mateus: a verdade • Priscila: a atuação de Selton Mello, a filmagem do personagem principal e sua família parecendo antigo, e uso do humor • Ricardo: todo ser humano tem o direito à uma segunda chance • Viviane: o roteiro, sem sacado, que soube colocar com maestria comédia no drama • Wellington: nada como ver a indústria cinematográfica nacional se reerguendo cada vez mais.

Para mim as melhores coisas do filme estão relacionadas a fotografia e direção e arte, que é perfeita, desde os detalhes mínimos de figurino até o cuidado com os carros serem todos de época. O início, e sempre que o filme mostrava cenas da infância de João Estrela, parecia que estávamos realmente assistindo a um filme Super 8 antigo. Também vale um ouvido especial para a trilha. O roteiro acerta ao colocar humor no filme em pitadas. Onde mal se esperaria a comédia ela aparece na quantidade certa e com qualidade. Perfeito. E lógico não posso esquecer que uma das melhores coisas do filme é o Selton Mello também :) .

Bem e deixa eu falar de uma coisa que adoro: créditos iniciais ou finais e cartaz do filme. O cartaz do filme é ótimo, já até falei isso acima, e para quem gosta de design vale a pena ter um em casa, e ele condiz perfeitamente com a estética que a direção de arte buscou nesse filme. Os créditos, apesar de simples, são bem feitos, as letras são com o pó da cocaína voando e repare que eles mudam no final do filme. Simples mas bonito e funcional.

O filme em uma frase?
  • “Ele viveu o máximo e pagou o preço” - Bar
  • “Realista com toques de ironia e um pouco de comédia sem fugir do drama” - Caio
  • “Sem hipocrisias” • Danielle
  • “Todos tem como melhorar” • Deborah
  • “A vida é uma raposa” • Eduardo • Julio
  • “Céu, inferno, purgatório e redenção numa versão classe-média carioca” • Fabio
  • “Viva pouco, ande rápido” • Jessica
  • “O que ocorre quando se perde a noção por si mesmo” • Madeleine
  • “Observar o todo” • Mateus
  • “Não se vive 3 vezes” • Ricardo
  • “Enquanto há vida há esperança” • Viviane
  • “A realidade retratada em diferentes submundos pode sim ter um final feliz” • Wellington
Eu fico com “a vida é uma raposa”, ou uma frase que me veio agora usada em um texto sobre Van Gogh onde ele diz que vive tentando se encontrar no imenso labirinto que é a vida. Vejo por aí: a vida é uma raposa ou um labirinto onde alguns acham seu caminho e seguem em frente como que revigorados, outros se perdem e tem uma volta dura e triste enquanto outros se perdem para sempre.

Bem, esse foi nosso 6º encontro do CINESURPRESA, e esperamos você no nosso 7º encontro que será no 2º domingo de fevereiro, dia 10, dessa vez nos encontraremos as 18h no Espaço Unibanco, do Shopping Miramar em Santos.

E já sabe: não concorda com algo, quer mandar sua opinião? Fique a vontade é para isso que estamos aqui.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

6º encontro - 13 de janeiro

Chagamos ao nosso 6º encontro - o 1º encontro do ano - será no Cinemark - do Shopping Praiamar - Santos — e como sempre as 18h. É importante chegar na hora porque pode ser que a sessão escolhida na hora seja das 18h10, então cheguem pontualmente as 18h ok! Um abraço em todos e até domingo dia 13 de janeiro de 2008