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terça-feira, 27 de novembro de 2007
Próximo encontro - 5º CINESURPRESA
Será dia 9 de dezembro as 18h (em ponto) em frente ao Espaço Unibanco no Gonzaga, Shopping Miramar, Santos. Espero você lá!
domingo, 25 de novembro de 2007
HAIRSPRAY - Em Busca da Fama
Nosso 4º CINESURPRESA foi dançante, em ritmo de musical com o filme escolhido do dia HAIRSPRAY - Em Busca da Fama, que fugiu bastante de tudo que tínhamos visto até o momento. Como sempre tivemos pessoas novas com a gente como a namorada do Bar, Danielle Escrivão — nova mesmo todos nós a conhecemos nesta noite — além das já conhecidas mas pela primeira vez nesse encontro: Madeleine Alves e Priscila Rodrigues. Além delas compunham a mesa surpresa da noite Cristina Silveira, Fabio Machado, Eduardo Ricci, Alexandre Barbosa e eu, Márcia Okida. Sentimos muito a falta do casal que inaugurou o CINESURPRESA com a gente mas não puderam estar presentes nesta 4º edição: Letícia e Eddie.O filme surpresa, como já disse, foi HAIRSPRAY que teve como média geral do grupo: 7,8 ficando em 2º lugar no nosso ranking surpresa onde temos: Tropa de Elite e Ultimato Bourne empatados em 1º lugar com 9, seguidos de Hair Spray com 7,8 e nosso lanternina é Duro de Matar em 3º lugar com média 7. E somente dois participantes não veriam novamente: Cristina e Eduardo.
As melhores coisas de HAIRSPRAY foram na opinião do grupo: retratar a segregação racial nos anos 50/60 e o estereótipo Barbie (Danielle) • a atriz “Nikki” que interpreta a filha de Travolta (Bar) • saber brincar com o próprio gênero (Fabio) • usar personagens fora do estereótipo como enfoque principal (Madeleine) • a atuação de Travolta e da novata que faz sua filha e a maquiagem (Cris) • a atriz que faz a filha do Travolta, Nikki Blonsky (Eduardo) e a dança, músicas divertidas os atores... (Priscila).
Já as piores: algumas músicas são intermináveis (Priscila, Madeleine e Danielle) • faltou uma edição mais ritmada (Eduardo) • músicas excessivas no início (Cristina) • quem não gosta de musical achará o filme cansativo (Fabio) e algumas cenas de Travolta (Bar).
Como sempre pedimos para os participantes anotarem uma frase sobre o filme:
“A Questão da segregação, dos preconceitos e do humor” • Alexandre Barbosa
“Um musical divertido, mas um pouco cansativo” • Cristina Silveira
“Mesmo sendo um histórico de época possui um conteúdo atual” • Danielle Escrivão
“A pasteurização corporativa de hollywood” • Eduardo Ricci
“Musical cima da média, divertido e inteligente” • Fabio Machado
“Quer ver Christopher Walker e John Travolta dançarem juntos e uma menina roubarem a cena? Tente este filme!” Madeleine Alves
“Lutar vale a pena! :)” Priscila Rodrigues
E eu, bem eu diria que HAIRSPRAY tem tudo que um bom musical deve ter e nesse caso tem: romance, comédia, história, as músicas fazem parte do enredo (não são fundos musicais), é dançante, com uma direção de arte que está de parabéns — maquiagem, figurinos, cenografias etc impecáveis — O estilo Trash/Brega/Kitsh é bárbaro — prestem atenção nos diálogos alguns extremamente Trashs e por isso mesmo ótimos — e além de tudo trata da segregação racial, preconceitos a busca incansável pelos estereótipos etc falando diretamente com o público jovem.
“Um musical divertido, mas um pouco cansativo” • Cristina Silveira
“Mesmo sendo um histórico de época possui um conteúdo atual” • Danielle Escrivão
“A pasteurização corporativa de hollywood” • Eduardo Ricci
“Musical cima da média, divertido e inteligente” • Fabio Machado
“Quer ver Christopher Walker e John Travolta dançarem juntos e uma menina roubarem a cena? Tente este filme!” Madeleine Alves
“Lutar vale a pena! :)” Priscila Rodrigues
E eu, bem eu diria que HAIRSPRAY tem tudo que um bom musical deve ter e nesse caso tem: romance, comédia, história, as músicas fazem parte do enredo (não são fundos musicais), é dançante, com uma direção de arte que está de parabéns — maquiagem, figurinos, cenografias etc impecáveis — O estilo Trash/Brega/Kitsh é bárbaro — prestem atenção nos diálogos alguns extremamente Trashs e por isso mesmo ótimos — e além de tudo trata da segregação racial, preconceitos a busca incansável pelos estereótipos etc falando diretamente com o público jovem.Ele peca, a meu ver, em algumas músicas que se alongam demais, fazendo com que se perca um pouco o ritmo da história, percebemos isso nas músicas iniciais.
Vale um olhar atento para os créditos finais que são muito, muito bons... amei!!! O design, as cores, o ritmos, tudo perfeitamente sincronizado e climatizado com os filme e sem usar de grandes efeitos tecnológicos. É um design simples, criativo perfeitamente adequado ao filme. Estou falando dos créditos porque sempre reclamo que o povo sai muito rápido quando acaba o filme e não vê os créditos que por vezes são muito bons, ultimamente todos os filmes que tenho visto os créditos são ótimos, mas este vai para a minha lista de aberturas, créditos, encerramentos que devem ser guardados.
Gente... vejam HAIRSPRAY, mas quando forem ver lembrem-se que vocês vão ver um musical, climatizado na época dos anos 50/60 com um enredo para jovens, e água com açúcar, mas vale muito a pena o Jonh Travolta é imperdível!!! a novata Nikki Blonsky é um achado e tem uma cena com o Christopher Walker e John Travolta dançando que vale o filme junto com outros muitos momentos perfeitos! Eu gostei muito! Vejo de novo e indico mas, como disse, lembrem-se do que vão ver para não sair falando mal depois por não saberem o que os espera.
E lembrem-se vocês podem me escrever críticas que eu coloco aqui além dos comentários que também podem fazer diretamente ok! beijos e até o próximo encontro dia 9 de dezembro, 18h, desta vez no Espaço Unibanco - Santos.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
jantar regado a cinema e música
Este é o segundo tipo de evento cultural que será promovido regularmente pela Associação Cultural Vontade de Ver.Um jantar completo desde a entrada até o cafezinho da saída, comntando ainda com o serviço de drikns da Litoral Bartender. (olhe todo o cardápio no convite ao lado)
Todos já estão convidados para esta noite regada a temas filmes — violão e voz ao vivo e música mecânica — apresentação de curtas metragens, cenas de filmes etc
Teremos sempre o Sabor da Cena que consiste em ter a cada edição deste encontro uma receita de um filme que você irá comer, ver a cena e também vai levar para casa o modo de fazer.
Nesta primeira edição traremos até os participantes os deliciosos Tomates Verdes Fritos, do filme com o mesmo nome.
Mas as reservas são limitadas ok! Portanto quanto antes comprarem seus convites melhor.
Quer saber mais entre em contato com a gente aqui pelo blog, ou mande um mail para: associacaov2@gmail.com
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
4º Encontro do Cinesurpresa - dia 11 de novembro
Será neste domingo dia 11 o nosso 4º Cinesurpresa e a cada novo encontro mais gente se junta e nossos papos melhoram, rimos mais e o nosso blog também acaba ficando mais movimentado. No nosso último encontro estávamos em 17 pessoas então, participe desta vez vendo um filme que será escolhido na hora (portanto todos se arriscam a ver o que não gostam já que o que for escolhido pela maioria é o que será visto) e depois vamos bater um papo, beber alguma coisa, comer uma pizza e falar o que achamos do filme além de muitos outros papos, risadas e fotos que estarão aqui logo depois... Então gente até domingo dia 11, 18h (pontualmente) em frente o Cinemark do Praiamar em Santos, SP.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
opinião da tropa chegando agora
Bom, faltei no debate, mas agora estou passando por aqui pra dizer o que achei. Estava de mudança (sou vizinha da Márcia de novo...rs) , estava sem micro...
Não conheço de linguagem de cinema etc para poder opinar nesse sentido. Eu dou nota 8 para o filme. De modo geral, penso que ele toca num ponto bastante delicado que ninguém gosta muito de admitir: as classes média e alta têm sim muita culpa no cartório. Elas alimentam o crime e usam dois pesos e duas medidas na hora de questionar a violência etc. Por isso, talvez as drogas teriam que ser legalizadas, mas acredito que só isso não resolveria o problema.
Quanto às ONGs (a Márcia me pediu para tocar no assunto) eu penso que muitas devem estar bem aborrecidas com a imagem passada no filme, mas o filme não mostra nada que não aconteça na vida real.
Muitas ONGs dependem sim do crime organizado e fazem uso disso para pode existir. É preciso ter um acordo de cavalheiros em espaços em que o crime convive com a comunidade. É mais ou menos assim: cada um cuida do seu espaço e não se intromete no espaço do outro. É bem verdade que os próprios filhos dos traficantes e criminosos também são atendidos em muitas dessas ONGs e talvez por isso a personagem Maria tenha dito que traficantes têm consciência social. Os traficantes acabam dando proteção para que o trabalho social possa acontecer.
Não conheço de linguagem de cinema etc para poder opinar nesse sentido. Eu dou nota 8 para o filme. De modo geral, penso que ele toca num ponto bastante delicado que ninguém gosta muito de admitir: as classes média e alta têm sim muita culpa no cartório. Elas alimentam o crime e usam dois pesos e duas medidas na hora de questionar a violência etc. Por isso, talvez as drogas teriam que ser legalizadas, mas acredito que só isso não resolveria o problema.
Quanto às ONGs (a Márcia me pediu para tocar no assunto) eu penso que muitas devem estar bem aborrecidas com a imagem passada no filme, mas o filme não mostra nada que não aconteça na vida real.
Muitas ONGs dependem sim do crime organizado e fazem uso disso para pode existir. É preciso ter um acordo de cavalheiros em espaços em que o crime convive com a comunidade. É mais ou menos assim: cada um cuida do seu espaço e não se intromete no espaço do outro. É bem verdade que os próprios filhos dos traficantes e criminosos também são atendidos em muitas dessas ONGs e talvez por isso a personagem Maria tenha dito que traficantes têm consciência social. Os traficantes acabam dando proteção para que o trabalho social possa acontecer.
Mas há muitas experiências de sucesso em morros no Rio de Janeiro e outras localidades, onde o índice de criminalidade caiu muito (não tenho os dados em mãos, mas já li sobre isso) e o aliciamento de adolescentes e crianças chegou a praticamente zero. Os projetos na Mangueira são exemplos disso.
Penso que o filme provocou algo bom que foi o debate e busca de informação sobre esses temas. Isso sim contribui para a formação de uma consciência social.
Abraço!
Deborah
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
É faca na cavera
Ao som de “tropa de elite, osso duro de roer, pega um pega geral, também vai pegar você!” na sessão as 18h50, se iniciou o 3º encontro do Cinesurpresa.E o nosso grupo surpresa está aumentando... Neste dia 14 de outubro estávamos em 17 pessoas: Adriana Nery - Drica, Alê Morales, Alexandre Barbosa - Bar, Amílcar Moreira, Deborah Okida, Eddie Santana, Eduardo Ricci, Fabio Machado, Juliana Borges, Letícia Cheneme, Luiz Nascimento, Márcia Okida, Maria Cristina Silveira, Mariana Borges, Nara Assunção, Ricardo Reis e Wellington Carbone.
De todos nós somente uma pessoa disse que não assistiria esse filme novamente.
E a média de nota dada para Tropa de Elite pelo grupo foi de 9.
Foi, sem sombra de dúvida, a noite até agora, onde rolou mais debates. Sobre o sistema, sobre a polícia, drogas, quem é o personagem principal, quem é o herói, Foucault, violência etc etc entre pizzas, vinhos, cervejas ou água.
Como em qualquer filme temos os pontos positivos e os negativos. Para esse filme e na opinião de quem estava lá... as piores coisas no filme foram:
violência (luiz - drica - cristina) • a realidade (juliana) • poucos planos abertos e cenas externas (morales) • o final (letícia) • a corrupção policial (eddie) • o personagem mathias (bar) • maniqueísmo (carbone) • o “saco” (nara) • fotografia (ricardo) • a tendência do público em relacionar a ideologia do filme com seus realizadores (fabio) • capitão fábio (eduardo) • a câmera (amílcar)

Na minha opinião, não vejo nada de ruim, concordo com o Fabio e acho um grande problemas as pessoas confundirem as coisas. A realidade mostrada é realmente ruim mas é um fato, a violência, a corrupção etc são temas do filme e tinham que estar alí. Temos personagens fracos sim, mas também, do lado do Wagner Moura... fica dífícil. Não acho que a linguagem de câmera, ou falta dela, e a fotografia por vezes escura e bem movimentada, sejam pontos fracos, mas vejo como escolha de linguagem utilizada e para mim foram escolhas perfeitas. Será que com câmeras muito abertas e cenas muitos externas teríamos o mesmo clima pesado, tenso, claustrofóbico? Com certeza não. E uma fotografia mais clara funcionaria neste filme? Também acredito que não. Mas escrevo a minha opinião aqui para que alguém possa discordar e escrever respondendo.
Quanto aos pontos positivos: a universidade como veículo de debate (luiz) • ninguém ser herói (juliana), wagner moura (morales e bar) • mostrar a verdadeira cada do crime no rio (letícia) • o debate que o filme motiva (eddie) • denúncia (drica) • a atuação do wagner moura, o roteiro e direção de cenas de ação (fabio) • a narrativa (eduardo) • os diálogos (amílcar) • a realidade (carbone e nara) • interpretações marcantes (ricardo) • revelações (cristina).
E eu... gosto da linguagem usada, edição, fotografia, a velocidade do filme é perfeita. Diálogos muito bons e para mim uma frese inesquecível quando a personagem de Fernanda Machado (Maria) diz que o traficante chefe do morro tem consciência social!!! pode!!! Gostei demais da abertura, dos créditos, muito bem feito... se alguém não prestou atenção observe na edição da abertura, é muito bem pontuada. Sem falar no lado crítico filosófico, sociológico que o filme provoca. Impossível assistir Tropa de Elite e sair sem nenhum tipo de questionamento quanto a sociedade em que vivemos, o sistema que a cerca e tantas outras questões.
Bem agora espero opiniões de quem quiser enviar. Podem enviar textos também que publicaremos aqui no nosso blog.
E até o nosso 4º CINESURPRESA que será dia 11 de novembro, as 18h em frente ao Cinemark de Santos. Até lá!
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
3º Encontro do cinesurpresa
Oi gente, chegamos ao 3º encontro do Cinesurpresa e será neste domingo dia 14 de outubro (como sempre o segundo domingo do mês) e nos encontaremos as 18h em frente ao Cinemark de Santos (Shooping Praiamar) pedimos que cheguem na hora para que possamos escolher, com calma, um filme entre 18 e 19 hs como sempre escolhido na hora. Então, nos vemos lá e depois estaremos todos aqui.
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